Amigos e amigas, houve nesta primeira semana do ano uma corrida aos postos de saúde devido ao aumento considerável de casos de Covid-19, agora incrementada pela ocorrência, em igual vigor, da influenza – flurona!? A boa notícia é que, para alguns estudiosos, a variante pode ser vista como o primeiro passo para o fim da crise. A doença se tornaria uma gripe comum – uma luz no fim do túnel? Tomara!
Por outro lado, a vacinação dos pequenos finalmente está para começar, ufa…aliás, no estado de São Paulo a vacinação deve se dar nas próprias escolas. Por conta da nova onda de contágios, a cidade de S. Paulo e o Rio de Janeiro decidiram cancelar os blocos de rua. Também os desfiles nos sambódromos estão sob ameaça de não acontecerem. Olinda cancelou as festa de rua e Recife anunciou a suspensão do evento. Salvador não terá pelo segundo ano consecutivo a “Lavagem do Bonfim”.

E o campeão de tênis Djokovik que foi impedido de entrar na Austrália… Cadê a Vacina? É… hora de se cuidar… Não por outro motivo, o genial José Simão o chamou de DJOCOVID. (Folha S. Paulo, 08.jan)
Jair Bolsonaro se rendeu e sancionou a lei que permite o retorno da propaganda eleitoral fora do período eleitoral. Vetou, porém, a compensação fiscal que as emissoras gozavam – cabe ao Congresso derrubar, ou não – o veto. E isto vale também para a rejeição do presidente ao projeto do novo Refis, que iria beneficiar pequenas empresas que tiveram a saúde financeira comprometida pela pandemia.
Aliás, Bolsonaro teve uma semana intensa. Após ter tido alta do hospital no qual foi internado após polêmicas férias em SC, foi direto para um evento esportivo em Goiás e manteve sua agenda que prevê inclusive uma viajem para a Rússia, que pique!
O artigo “A decadência do Estado brasileiro” o assinado por Everardo Maciel em O Globo (6.jan) alerta para o atual cenário institucional brasileiro. Para o ex-secretário da Receita Federal, “O orçamento converteu-se em peça anárquica, com fatias vorazmente devoradas pelas emenda parlamentares”. Deixa ainda uma pergunta inquietante: “Faz sentido, por exemplo, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgar furtos de pequeno valor?”. Um primor o artigo.
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A Uber Eats anunciou que deixará o país em março. O braço da Uber, que já encerrou o serviço em outros países como Colômbia e Argentina deixa o caminho mais livre para o iFood também no Brasil.
E após um ano da Invasão do Capitólio (aquele ataque à democracia dos Estados Unidos, lembram?) Donald Trump continua vivo e forte politicamente. Já Biden procura reforçar o discurso a favor da democracia culpando diretamente seu antecessor pelo ataque.
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O fiasco da atual edição do “Globo de Ouro” escancara a nova condição do cinema. É hora de repensar… Já a Amazon Prime lançou o belo “Bar, doce lar” – (The tender bar), dirigido por George Clooney, com Ben Affleck, Christopher Lloyd e Lily Rabe no elenco. O filme fala sobre a vida do escritor J.R. Moehringer. Trata de conquistas e frustrações, como a de todos nós. Vale a pena conferir.

às famílias atingidas
E, pra fechar, antes que o assunto caia no esquecimento é bom lembrar que tem muita gente ainda sofrendo por conta das enchentes que assolaram o sul do Estado da Bahia. Na foto extraída do site da Folha (8.jan) vemos uma senhora lamentando as condições precárias em que se encontra. O título da reportagem é dramático: “Famílias da BA domem em baias de animais após perderem casas nas chuvas”. Cadê as autoridades?
Lamentamos o acidente ocorrido no lago de Furnas, em Capitólio. Que Deus console os enlutados.
