
movimento que chamou a atenção.
O ministro aposentado do STF Joaquim Barbosa fez um movimento que chamou a atenção do mundo político: desfiliou-se do PSB e se mostra propenso a abrir diálogo com PSD, de Kassab e com a União. Ambos os partidos se mostram abertos a recebê-lo.
*
As alianças partidárias parecem estar de fato mais se ajustando do que emperrando. PT, PSB, PC do B e PV caminham para formar uma federação partidária à esquerda; PSC e Patriota têm encontrado pontos em comum para uma união à direita. Ao centro dialogam Cidadania e PSDB, que também negocia com o MDB. O prazo definido pelo STF para a eleição deste ano é dia 31 de maio.
*
Lula e Alckmin estão praticamente fechados em uma chapa. Segundo o petista, o nome do ex-governador de São Paulo já foi testado junto ao eleitorado e foi aprovado. Agora é definir para qual partido migrará Alckmin e definir a candidatura de Haddad (PT) para o governo do estado em detrimento de Marcio França (PSB).
Também parte da estratégia do PT abrir mão de algumas disputas estaduais para reforçar uma candidatura ao Planalto e focar em garantir governabilidade no Legislativo, elegendo o maior número de deputas e senadores possível.
*
O PTB continua sua saga – a presidente do partido Graciela Nienov foi destituída do cargo e para o seu lugar foi conduzido o deputado estadual Marcus Neskau (RJ). Enquanto partidos se movimentam para se posicionarem para as eleições deste ano o PTB continua suas batalhas intestinas.
Outro partido que está em polvorosas é o Novo. Por lá o clima é de animosidade total. Falta entendimento interno desde que uma ala do partido resolveu apoiar Jair Bolsonaro e aqueles que ficam firme ao lado de João Amoedo, um dos fundadores do partido.
