O governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite parece ter se animado com a possibilidade de se candidatar à presidência pelo PSD. Após o atual presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) ter dito que não se canditará, Leite considera deixar as fileiras do PSDB para embarcar na nova agremiação que está de braços abertos para lhe acolher e lhe dar a oportunidade que ele perdeu ao ser derrotado nas prévias tucana. Kassab conta com filiação do governador para disputar o Planalto.

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PSDB, União Brasil e MDB articulam uma grande coligação (mas não uma federação) para o lançamento de um candidato único à presidência. João Doria (PSDB), Simone Tebet (MDB) e Luciano Bivar (União) são atualmente os pré candidatos de cada partido. Já há quem aposte em uma chapa Doria/Tebet; ou seria Tebet/Doria?…
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Rede e PSOL acertaram a formação de uma federação partidária – na prática os dois partidos agirão como um só fossem, ao menos até as eleições para prefeito e vereadores de 2024. Esta federação era tida como certa e, de certa forma, natural já que a origem de ambos os partidos é de uma dissidência na qual Marina Silva esteve diretamente ligada. Primeiro surgiu o PSOL como uma dissidência mais à esquerda do PT e depois surgiu a Rede Sustentabilidade, um pouco mais à centro-esquerda.
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A preferência de Bolsonaro para o posto de vice-presidente em novo processo eleitoral no qual pretende se reeleger parece cada vez mais clara – o militar Braga Netto. Neste caso, a preferida da ala ruralista, a atual ministra da agricultura Teresa Cristina iria cumprir outra missão: concorrer a uma vaga no Senado – outra ponta do projeto de Bolsonaro para um segundo mandato – armar-se o máximo que puder na câmara alta, casa na qual não tem o mesmo domínio que angariou na Câmara.

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