
A ideia do pré-candidato ao governo do Estado pelo Republicanos, Tarcisio Freitas de trazer a sede do governo do Estado para o centro da cidade de São Paulo foi ironizada por outros postulantes ao cargo que afirmaram que isso demonstra o que já vem sendo explorado pelos seus confrontantes – Tarciso, que é carioca, não conhece mesmo nada do estado que pretende governar.
Fernando Haddad (PT) quer atrair para sua campanha ao governo do estado Marina Silva (Rede). Além do bom relacionamento, a ex-ministra tem o poder de atrair votos ao centro. Quem anda colocando obstáculos à união é o próprio PT, já que Marina chegou a apoiar Aécio Neves (PSDB) em 2014, o que para os petistas foi um ato de traição difícil de perdoar.
Todavia o partido Rede deixou seus correligionários livres para apoiar Lula (PT) ou Ciro Gomes (PDT) e pode ainda lançar Marina como candidata a Deputada Federal, já que o potencial de votos dela é alto e isso atrairia muitos votos e ajudaria a legenda a atingir a cláusula de desempenho. A Rede se federalizou com o Psol e ambos tem de se esforçar por cadeiras a preencher na Câmara.

Romeu Zema, governador de Minas deixou claro, em entrevista ao jornal O Globo de que seu candidato à presidência é Luiz Felipe d´Ávila, o candidato do seu partido, Novo. Isso joga água fria sobre as intenções de Bolsonaro (PL), que procura um palanque que o apoie no segundo maior colégio eleitoral do país. Lula já se agarrou a Alexandre Kalil (PSD).

Após declinar a compor chapa com Felipe Santa Cruz (PSD) ao governo do estado, o ex-prefeito e atual vereador Cesar Maia (PSDB) tem sido cortejado para vice de Marcelo Freixo (PSB), naquilo que seria uma ‘frente ampla’ contra o bolsonarismo no Rio. O cenário replicaria o que foi feito a nível nacional, com Lula (PT) e Alckmin (PSB).
O PDT carioca está em polvorosa. Isso porque o PT lançou um comitê eleitoral intitulado “Brizolula” o que fere, segundo os pedetistas, a história de Leonel Brizola, fundador do partido que tem hoje Ciro Gomes como candidato à presidência e Rodrigo Neves a governador. Para o presidente nacional da sigla Carlos Lupi, trata-se de pura provocação, sem nenhuma legitimidade.
