
Simone Tebet (MDB) já tem falado como candidata à presidência e, assim, começa a enfrentar temas espinhosos. Ao conceder entrevista ao podcast O Assunto, do portal G1 foi questionada sobre medebistas que caíram diante de escândalos de corrupção – a senadora esquivou-se e disse pertencer a outra ala do partido.
Os presidentes do MDB, PSDB e Cidadania, Baleia Rossi, Bruno Araújo e Roberto Freire irão coordenar a campanha de Tebet ao Planalto. Isto demonstra que os partidos estão dispostos a tornar de fato viável a candidatura, ao menos no plano nacional. Falta uma maior adesão nos diretórios regionais, já que os palanques – tanto do MDB quanto do PSDB – estão sendo assediados por Lula e Bolsonaro.
É que, no momento em que a candidatura Tebet-Jereissat precisa sair da inércia e ganhar alguns pontos nas intenções de votos do eleitor, tanto MDB quanto PSDB, no nível regional estão se acomodando ou com Lula (PT) ou com Bolsonaro (PL).
Porém, para o presidente do MDB Baleia Rossi isso diz pouco. Para ele, as alianças nos estados não tem relação com a eleição presidencial – e afirma “Simone vai crescer e será a grande novidade da eleição”.
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Luciano Bivar disse, em entrevista ao Estadão, que sua candidatura é ‘pra valer’ e que um partido das dimensões do União Brasil não entraria em uma disputa se não enxergasse reais condições de lutar pela presidência. Disse que tem uma proposta pronta – o imposto único. Bivar justificou ter saído da aliança formada por MDB e PSDB/Cidadania porque não acredita que Tebet será homologada como candidata em agosto.
