Jair Bolsonaro (PL) se recusou a assinar a carta em favor da democracia elaborada pela Fiesp. Argumentou que é um democrata e que não precisa provar isso assinando um documento. Chegou a chamar de ‘cara de pau’ e ‘sem caráter’ as pessoas que assinaram carta semelhante elaborada pela USP. Além do mais, disse que participará de debates – o dia esteve quente!

Já a assesseoria da candidatura de Lula (PT) disse que analisará os convites para debates caso a caso, sempre condicionando a presença de Bolsonaro no mesmo programa. Uma coisa, porém, está praticamente certa – a presença do petista na bancada do Jornal Nacional, da Rede Globo.

Geraldo Alckmin (PSB) está iniciando, no Mato Grosso uma série de reuniões com associações ligadas ao agronegócio. A missão do ex-governador de São Paulo é atrair a simpatia do setor para a chapa na qual ele figura como vice ao lado de Lula
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Após a desistência de Tasso Jereissati (PSDB), o partido dos tucanos apresentou o nome de Mara Gabrilli como vice de Simone Tebet (MDB) em chapa que se apresenta como uma terceira via à polarização Lula-Bolsonaro. A ideia é oferecer ao eleitor o diferencial de ter uma chapa totalmente feminina para a disputa à presidência.

Após desistência de Luciano Bivar, o União Brasil apresentou a pré-candidatura de Soraya Thronicke à presidência. Assim, o pleito deste ano terá duas mulheres, ambas senadoras pelo mesmo estado – o Mato Grosso do Sul, candidatas ao Planalto – é que Simone Tebet (MDB) também representa o mesmo estado no Senado Federal.

O pré-candidato André Janones (Avante) deve abrir mão da disputa à presidência. Após conversar com Lula, o mineiro deve se lançar à reeleição como deputado federal pelo seu estado. Assim, Lula (PT) vem diminuindo a lista dos presidenciáveis, trazendo para si votos que poderiam ficar dispersos em candidaturas esparças. Esse jogo o petista sabe jogar muito bem.

