FORMAÇÃO POLÍTICA

Para onde a polarização conduz

Coach quer ser prefeito de São Paulo.

O caso mais emblemático foi o surgimento e o crescimento do Nazismo há quase um século. O problema é que ainda não nos convencemos de que a radicalização na política é o pior atalho que se pode pegar. O alemão, ainda hoje tem vergonha de seu passado e é um povo que pouco ostenta a sua bandeira.

Pablo Marçal é fruto direto da polarização política que anda atrasando nosso desenvolvimento como Nação. Lula e Bolsonaro precisam se aposentar para que figuras deste porte não surjam, confundindo e iludindo o eleitor com soluções fáceis, mas inviáveis e, ao final, perigosas.

Na política, nada se impõe, tudo se negocia. Do contrário, age-se como Nícolas Maduro que quer mudar o início das comemorações do Natal na Venezuela para 1° de outubro. Napoleão criou um calendário novo para a França da época. Tudo para atender ambições pessoais ou para distrair o povo diante de algo que os incomoda.

Se temos dirigentes partidários que oferecem sua legenda para pessoas como Pablo Marçal (PRTB) figurar na cédula, deve ser o eleitor o primeiro a rejeitar. Partidos como esses também criaram Collor de Mello (PRN, na ocasião foi criado para abrigar um candidato que, igualmente, rejeitava a política partidária).

São tipos que não querem ter de negociar com o parlamento, que, ao menos na teoria, deveria ser a “Casa do Povo”.

Precisamos amadurecer politicamente se quisermos construir algo que se possa chamar de sociedade organizada. Cabe ao eleitor paulistano dar o exemplo e rejeitar este tipo de proposta.

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